Câmara Municipal de São Miguel do Guamá

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Lei Maria completa 5 anos

Uma grande conquista dos movimentos feministas brasileiros em busca da erradicação, prevenção e punição da violência doméstica contra a mulher é a Lei nº 11.340, nacionalmente conhecida como Lei Maria da Penha, sancionada em 7 de agosto de 2006.
Historicamente interpretados como restritos e privados, os casos de violência no ambiente familiar nem sequer eram registrados nas delegacias. Essa negligência abriu espaço para outras formas de agressão, gerando experiências de brutalidade na infância e na adolescência.
Preocupados com essa trágica realidade, órgãos de defesa dos direitos humanos criaram instrumentos internacionais (ratificados pelo Estado Brasileiro) para combater essa realidade. Entre eles, a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (CEDAW), o Plano de Ação da IV Conferência Mundial sobre a Mulher (1995), Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher (Convenção de Belém do Pará, 1994), o Protocolo Facultativo à Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher, além de outros instrumentos de Direitos Humanos. 
Mas foi com a denúncia de crime contra a farmacêutica cearense Maria da Penha Fernandes que o movimento ganhou voz. Paraplégica por consequencia de duas tentativas de homicídios praticadas pelo próprio marido, órgãos de defesa dos direitos humanos apresentaram denúncia à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA).
Atualmente, a Lei Maria da Penha é o principal instrumento legal de combate à violência doméstica contra a mulher no Brasil. Esse dispositivo constitucional impõe ao Estado assegurar “assistência à família, na pessoa de cada um dos que a integram, criando mecanismos para coibir a violência, no âmbito de suas relações”.
Em pouco tempo, a Lei Maria da Penha fez com que a mulher ganhasse mecanismos judiciais específicos para enfrentar a violência doméstica. 
Entre os benefícios estão Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra as Mulheres com competência cível e criminal; medidas protetivas de urgência para as vítimas de violência doméstica; reforço da atuação das Delegacias de Atendimento à mulher, da Defensoria Pública e do Ministério Público e da rede de serviços de atenção à mulher em situação de violência doméstica e familiar; medidas de caráter social, preventivo, protetivo e repressivo; definição das diretrizes das políticas públicas e ações integradas para a prevenção e erradicação da violência doméstica contra as mulheres.
Para obter mais orientações de como agir nos casos de violência contra a mulher, basta ligar para a Central de Atendimento à Mulher. Disque o número 180 gratuitamente, de qualquer região do País. O serviço funciona 24 horas por dia, de segunda a domingo e durante feriados. 
A Central ajuda a vítima a procurar delegacias de atendimento especializado à mulher, postos de saúde, instituto médico legal para casos de estupro, defensorias públicas, centros de referência, casas abrigo, dentre outros.
Outro canal que garante os direitos das brasileiras é a Ouvidoria da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República. Cabe à ouvidoria informar e orientar as mulheres sobre legislação, falta ou atendimento inadequado de um serviço e outras dúvidas. Para entrar em contato com a Ouvidoria basta discar (61) 3411-4298 ou (61) 3411-4279 ou até enviar e-mail para: ouvidoria@spmulheres.gov.br.

Nesta quinta dia 11 de Agosto, Audiência Pública


Audiência Pública a ser realizada no município de São Miguel do Guamá no dia 11 de agosto de 2011 às 08:00h no prédio da Câmara Municipal, com a presença e representantes da Rede Celpa, Comitê Gestor do Luz para Todos, Secretaria de Integração Regional, ARCON e outras entidades ligadas ao Programa Luz Para Todos,  na qual gostaríamos de contar com a presença de representantes dessa comunidade para questionamentos e cobranças a serem feitos diretamente as instituições ligadas ao Programa. Na oportunidade será tratado assuntos referentes a:
- prazos para execuções de obras já contempladas na Etapa 9;
- quais as localidades que serão atendidas na Etapa 9;
- andamento dos processos de complementação de obras não realizadas nas etapas anteriores (Ladeira, Rosa Mística, Poeirinha, Menino Deus, Região Crauateua);
- e a solicitação de novos atendimentos para moradores que estejam até 300 metros da rede;
- constante falta de energia na zona rural;

Requerimentos a serem votados na 23ª SESSÃO ORDINÁRIA

Requerimento nº 127/2011, de iniciativa do Vereador José Paulo de Lira Júnior, o qual solicita  à Coordenadora Estadual do PROPAZ, sra. Izabela Jatene, que envide esforços visando realizar ações do aludido órgão  no Município de São Miguel do Guamá.

                       
Requerimento nº 128/2011, de iniciativa do Vereador José Paulo de Lira Júnior, pelo qual e solicitado ao  sr Secretário e Estado de Proteção Social, Zenaldo Coutinho, que realize ações do Programa Presença Viva no Município der São Miguel do Guamá.


Requerimento nº 129/2011, de iniciativa do Vereador José Paulo de Lira Júnior, o qual solicita  ao Sr. Governador do Estado e ao Sr. Secretário de Estado de Cultura, recursos visando  a reconstrução da “Casa Formosa”, na localidade Urucuriteua, zona rural de nosso Município.    

                        
Requerimento nº 130/2011, de iniciativa do Vereador José Paulo de Lira Júnior, o qual solicita  ao Ministério de Igualdade Social, que disponibilize recursos visando a construção do Centro Cultural Quilombola na Comunidade Santa Rita da Barreira, zona rural de nosso Município.


Requerimento nº 131/2011, de iniciativa do Vereador José Paulo de Lira Júnior, o qual solicita  a realização de uma Audiência Pública com a presença do Sr. Presidente da COHAB, visando realizar debates sobre a política habitacional do Estado do Pará voltada para o servidor público estadual, municipal e comunidades quilombolas, etc.


Requerimento nº 132/2011, de iniciativa da Vereadora  Maria Rodrigues, , o qual solicita  à Prefeita Municipal que através do Sr. Secretário Municipal de Obras, execute a recuperação da vala do esgoto da Passagem do Flamengo assim como a recuperação de toda a artéria assim denominada.

 

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